Internacional
Tiroteio em escola deixa ‘vários’ feridos nos Estados Unidos
Published
5 anos agoon

Um tiroteio em uma escola de ensino médio na cidade de Knoxville, no Tennessee, deixou “vários” feridos, incluindo um policial, informou a imprensa dos Estados Unidos nesta segunda-feira (12), citando a polícia local.
“Diversos agentes estão na cena de um tiroteio na escola de ensino médio Austin-East. Foram reportadas vítimas dos disparos, incluindo um policial do departamento de polícia de Knoxville”, afirmaram as autoridades em nota.
Segundo comunicado, uma investigação está sendo realizada neste momento na área. A polícia ainda emitiu um alerta para todos os cidadãos evitarem a região.
Os alunos que não foram envolvidos no incidente foram concentrados perto do campo de esportes da instituição e já liberados para ir com sua famílias, conforme relato do superintendente de educação do condado de Knox, Bob Thomas. No entanto, a escola está sob um “forte lockdown”.
De acordo com jornais americanos, uma pessoa foi detida pelas autoridades. E o policial ferido seria o oficial de segurança do colégio.
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Destaque
Educação da Prefeitura de Manaus é destaque em conferência internacional
Published
2 meses agoon
13 de abril de 2026
As iniciativas desenvolvidas na rede municipal de ensino pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), foram destaques na conferência internacional “Investindo no hoje, transformando o amanhã”, realizada, entre os dias 8 e 9/4, no Suriname. O evento, que reuniu representantes de mais de 15 países para discutir inovação, tecnologia e desenvolvimento educacional, teve como foco a troca de experiências entre nações, com destaque para estratégias voltadas à valorização profissional e à melhoria do ambiente escolar.
Durante a programação, especialistas e gestores educacionais compartilharam práticas exitosas em seus países, promovendo um amplo diálogo sobre políticas públicas voltadas à educação.
Representando Manaus, o diretor do Departamento de Apoio à Gestão Educacional (Dage), Luiz Oliveira, destacou que a participação do município possibilitou apresentar iniciativas desenvolvidas na rede municipal, especialmente aquelas voltadas à integração entre tecnologia e práticas pedagógicas.
“Um dos principais pontos apresentados foi o avanço da conectividade nas escolas, permitindo a implementação de projetos educacionais que atendem tanto a zona urbana quanto as comunidades ribeirinhas. A similaridade geográfica entre Manaus e o Suriname despertou o interesse de outros participantes pelo modelo adotado na capital amazonense, especialmente pela capacidade de adaptar soluções educacionais a diferentes realidades”, explicou Luiz.
Essa integração com a tecnologia possibilitou que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das escolas municipais conseguissem um avanço histórico, alcançando a melhor nota de sua história e sendo destaque nacional.
Além da apresentação das ações, a comitiva também compartilhou os resultados obtidos pela rede municipal de ensino. Entre os avanços, está a melhoria nos índices de desenvolvimento da educação básica, com a saída da 9ª para a 5ª colocação, resultado atribuído à implementação de projetos, programas e políticas educacionais integradas.
“Foram apresentados os resultados alcançados, evidenciando a evolução do município, que saiu da 9ª posição para a 5ª colocação nos índices de desenvolvimento da educação básica. Esse avanço é resultado da união de projetos, atividades e ações que vêm sendo implementadas na rede, contribuindo de forma significativa para a melhoria da qualidade da educação em Manaus”, finaliza o diretor.
Destaque
Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump
Published
3 meses agoon
20 de fevereiro de 2026
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, conhecido como “tarifaço”.
Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais.
O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.
Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.
A decisão atinge principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil, continuam valendo.
- ⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, em sua maioria governados por democratas, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump.
O que você vai encontrar nesta reportagem:
O que acontece agora?
Na prática, a decisão da Suprema Corte derruba as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA.
Com a decisão, a estratégia comercial de Donald Trump pode sofrer mudanças significativas. As medidas aplicadas com base nessa lei foram invalidadas, mas ainda há outras formas legais de impor tarifas. (veja abaixo)
As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional.
Por fim, o governo americano também pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados com tarifas de importação. De acordo com economistas do Penn-Wharton Budget Model, esse valor pode ultrapassar US$ 175 bilhões (cerca de R$ 912,5 bilhões).
Alternativas legais para Trump
O governo Trump já indicou que pode buscar outros fundamentos legais para impor tarifas de importação, como argumentos ligados à segurança nacional ou a práticas comerciais consideradas desleais.
Confira os caminhos legais que o presidente dos EUA pode usar para manter ou reintroduzir tarifas, segundo análises do Goldman Sachs, do Deutsche Bank e da Panmure Liberum.
Algumas dessas alternativas também foram mencionadas no voto dissidente do juiz Brett Kavanaugh.
- Seção 122 da Lei de Comércio
Essa é uma das opções mais rápidas para o governo. A lei permite aplicar tarifas de até 15% por um período de até seis meses em situações de desequilíbrio nas contas externas ou risco de desvalorização do dólar, sem necessidade de investigação formal.
Após esse período, o Congresso precisa aprovar a prorrogação das medidas.
- Seção 301 da Lei de Comércio de 1974
Essa alternativa permite abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais por outros países. Se forem confirmadas, o governo pode impor tarifas sem limite de valor ou duração.
O processo, porém, é mais lento, pois exige investigação formal e consulta pública, o que pode levar meses.
Trump já utilizou esse instrumento em seu primeiro mandato para taxar importações chinesas, o que levou a uma disputa comercial prolongada entre os dois países.
- Seção 338 da Lei de 1930
Essa lei autoriza tarifas de até 50% contra países que discriminem o comércio dos EUA. Ela nunca foi usada na prática e não exige investigação formal, o que pode torná-la uma via mais rápida do que a Seção 301, embora com limite máximo para as tarifas.
- Seção 232 da Lei de Comércio de 1962
Outra possibilidade é recorrer à lei que permite impor tarifas por motivos de segurança nacional, já aplicada a produtos como aço, alumínio e automóveis, que continuam taxados.
Nesse caso, o governo argumenta que a dependência de importações pode enfraquecer a indústria local e comprometer a segurança do país.
A aplicação costuma exigir uma investigação conduzida pelo governo, o que torna o processo mais demorado do que o uso de poderes emergenciais.
O que diz a Constituição americana?
A Constituição dos EUA estabelece que o poder de criar impostos e tarifas é exclusivo do Congresso, e não do presidente.
Mesmo assim, Trump utilizou a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional(IEEPA, na sigla em inglês) para impor tarifas a quase todos os parceiros comerciais dos EUA, incluindo o Brasil, sem a aprovação do Legislativo.
O presidente também aplicou tarifas adicionais com base em outras leis, que não foram objeto de análise da Suprema Corte neste caso.
- 🔎 A IEEPA (International Emergency Economic Powers Act, ou Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional) permite ao presidente regular o comércio em situações de emergência nacional. Donald Trump foi o primeiro a usar essa lei para criar tarifas, ampliando de forma inédita os limites da autoridade presidencial em diversas áreas, como imigração, demissão de funcionários federais, envio de tropas e operações militares no exterior.
Entre as medidas aplicadas com base na IEEPA estavam as tarifas “recíprocas” de alcance quase global e outras tarifas relacionadas ao combate ao tráfico de drogas letais nos EUA.
No entanto, a Suprema Corte destacou que a IEEPA não menciona explicitamente a criação de tarifas. A lei apenas permite que o presidente “regule a importação” de bens estrangeiros após declarar emergência nacional para enfrentar ameaças consideradas “incomuns e extraordinárias”.
O governo Trump argumentava que essa redação conferia ao presidente o poder de impor tarifas sobre produtos estrangeiros. A Corte reafirmou que, de acordo com o Artigo I, Seção 8 da Constituição, apenas o Congresso pode criar e cobrar impostos e tarifas alfandegárias.
Os juízes concluíram que seria inconcebível delegar ao presidente, de forma ambígua, poderes com impacto econômico e político tão amplo.
Embora a decisão limite o uso da IEEPA, os juízes dissidentes observaram que o presidente ainda pode tentar impor tarifas por meio de outras leis específicas, como a Lei de Expansão Comercial de 1962 ou a Lei de Comércio de 1974.
A partir de agora, a IEEPA não poderá mais ser usada como uma “caixa de ferramentas” para criar tarifas de forma unilateral e imediata.
Críticas de Trump
Segundo a agência Reuters, Trump classificou como “uma vergonha” a decisão da Suprema Corte dos EUA. O presidente também afirmou que já tem “um plano B” para manter as tarifas sobre produtos importados.
Em agosto de 2025, Donald Trump criticou a decisão do tribunal de apelações, que declarou ilegal a maior parte das tarifas impostas por ele.
Na ocasião, o tribunal determinou que as tarifas continuassem em vigor até 14 de outubro, concedendo ao governo Trump a oportunidade de recorrer à Suprema Corte. Ao levar o caso à instância superior, as tarifas permaneceram em vigor.
“Se essa decisão fosse mantida, ela literalmente destruiria os Estados Unidos. (…) Todos devemos lembrar que as TARIFAS são a melhor ferramenta para ajudar nossos trabalhadores e apoiar empresas que produzem excelentes produtos FEITOS NOS EUA”, publicou ele na Truth Social.
Na prática, Trump transformou as tarifas em um eixo de sua política externa no segundo mandato, usando-as para pressionar e renegociar acordos com países exportadores para os EUA. A estratégia permitiu obter concessões econômicas, mas aumentou a instabilidade nos mercados financeiros.
Tarifas sobre produtos brasileiros
Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma tarifa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em julho, impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total para 50%.
A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções, que excluiu da alíquota adicional de 40% itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A nova alíquota entrou em vigor em 6 de agosto.
Em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas. Meses antes, em discurso na ONU, o presidente afirmou ter tido uma “química excelente” com Lula.
As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962.
fonte: https://g1-globo-com.cdn.ampproject.org/v/s/g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2026/02/20/suprema-corte-dos-eua-trump-tarifas-globais.ghtml?amp_js_v=0.1&_gsa=1#webview=1&cap=swipe
Destaque
Novo vazamento de água é registrado em outra mina da Vale em Congonhas em menos de 24 horas
Published
4 meses agoon
26 de janeiro de 2026
Um novo vazamento de água foi registrado neste domingo (25), desta vez na mina Viga, da Vale, localizada entre as localidades da Plataforma e do Esmeril, em Congonhas, na Região Central de Minas Gerais. Segundo a Prefeitura, a ocorrência foi acompanhada pela Defesa Civil, que constatou o lançamento de água no rio Maranhão.
De acordo com as informações apuradas pelo município, não houve bloqueio de vias nem comunidades atingidas. O impacto registrado, até o momento, é de natureza ambiental. A distância entre os dois pontos, de carro, dá pouco mais de 25 quilômetros (veja o infográfico mais abaixo).
Este foi o segundo registro, em menos de 24 horas na região, envolvendo estruturas da mineradora no município.
Também no domingo (25), durante a madrugada, um extravasamento de água com sedimentos em uma cava da mina de Fábrica, operada pela Vale na divisa de Congonhas com Ouro Preto, provocou alagamentos em áreas da unidade Pires da CSN Mineração, incluindo almoxarifado, acessos internos, oficinas mecânicas e setores operacionais. Apesar do ocorrido, ninguém ficou ferido e os trabalhos da mineradora CSN não foram interrompidos (relembre o caso mais abaixo).
Nesta segunda-feira (26), a Defesa Civil e Secretaria Municipal de Meio Ambiente seguem monitorando os vazamentos e avaliando os impactos ambientais e providências cabíveis. Segundo a prefeitura de Congonhas, novas informações devem ser divulgadas assim que houver atualização.
A Defesa Civil Estadual informou que está no local avaliando o possível segundo vazamento.
O g1 entrou em contato novamente com a Vale e Ministério de Minas e Energia e aguarda retorno.
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Relembre o caso
De acordo com a CSN Mineração, o fluxo de água atingiu áreas da unidade Pires, incluindo almoxarifado, acessos internos, oficinas mecânicas e área de embarque.
A empresa informou que todas as estruturas de contenção de sedimentos seguem operando normalmente e que acompanha a situação desde o primeiro momento. As autoridades competentes foram comunicadas.
Em nota, a Vale esclareceu que houve o extravasamento de água com sedimentos de uma cava da mina de Fábrica.


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