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Uber com salário mínimo, férias e aposentadoria: a decisão que pode influenciar milhões de trabalhadores pelo mundo
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5 anos agoon

Salário mínimo garantido, férias remuneradas e aposentadoria.
Existem três benefícios dos empregos tradicionais que não são desfrutados por aqueles que trabalham na chamada “economia compartilhada”, em que consumidores alugam, tomam emprestado ou dividem recursos, em vez de comprá-los. Mas isso parece ter começado a mudar.
Na terça-feira (16/3), o Uber anunciou que vai conceder esses três benefícios aos seus motoristas no Reino Unido, uma medida que pode transformar todo esse mercado.
A empresa informou que seus motoristas ganharão pelo menos o salário mínimo nacional pago a pessoas com mais de 25 anos no Reino Unido, cerca de R$ 70 por hora.
A decisão ocorre um mês depois de a empresa americana ter perdido uma longa batalha judicial no Reino Unido, iniciada em 2016, sobre a situação trabalhista dos motoristas.
Procurado pela BBC, o Uber disse que não espera que a mudança nas condições dos motoristas se traduza em tarifas mais altas para os clientes.
Líderes sindicais e especialistas trabalhistas dizem que essa mudança no Uber pode ter consequências de longo alcance.
Rachel Mathieson, advogada que representou os motoristas do Uber que lutam por mais direitos, considerou o anúncio um “marco muito importante”.
Em audiência da Suprema Corte britânica no mês passado, o Uber se apresentou como um agente terceirizado de reservas, alegando que seus motoristas eram autônomos (“self-employed”, em inglês). Mas o tribunal decidiu que os motoristas eram “trabalhadores” (workers, em inglês), categoria profissional no Reino Unido que faz com que tenham direito a salário mínimo, férias e aposentadoria.
O Uber enfrenta processos jurídicos semelhantes em vários países, onde é debatido se os motoristas devem ser considerados empregados ou autônomos.
No Brasil, em diversos casos, o Ministério Público do Trabalho e ex-motoristas entraram na Justiça para reivindicar vínculo empregatício dos profissionais com as empresas, o que garantiria uma série de direitos previstos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Mas a Justiça brasileira tem constantemente negado essas demandas, inclusive o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

CRÉDITO,ADCU UNION
Em fevereiro de 2021, Ives Gandra Martins Filho, ministro da Corte, afirmou numa sessão do TST que essa relação de trabalho não configura vínculo ao garantir “autonomia ampla do motorista para escolher dia, horário e forma de trabalhar, podendo desligar o aplicativo a qualquer momento e pelo tempo que entender necessário, sem nenhuma vinculação a metas determinadas pela Uber”.
Na mesma sessão, Guilherme Caputo, outro ministro da corte, disse que a decisão britânica não deve influenciar mudanças no Brasil porque “é um sistema jurídico completamente diferente do nosso”.
Direitos trabalhistas
O Uber informou que as mudanças no salário de seus motoristas no Reino Unido ocorrerão quase que instantaneamente, a partir desta quarta-feira (17/3).
A empresa, que afirma ter 70 mil motoristas no país de 68 milhões de habitantes, disse que as novas taxas seriam adicionais ao seguro gratuito que cobre pagamentos por doença, lesão e maternidade e paternidade que estão em vigor para todos os motoristas desde 2018.
Segundo o Uber, o benefícios aos motoristas serão:
– Pagamento no mínimo o equivalente ao salário mínimo para maiores de 25 anos (quase R$ 70 por hora), após aceitar um pedido de viagem e após descontos feitos pela empresa;
– Todos os motoristas receberão férias com base em 12,07% de seus ganhos, pagos quinzenalmente
– Os motoristas serão automaticamente inscritos em um plano de pensão privada com contribuições do Uber juntamente com contribuições dos motoristas
– Manutenção do seguro gratuito em caso de doença ou lesão, bem como pagamentos de licença-maternidade ou paternidade, que estão em vigor para todos os motoristas desde 2018
– Todos os motoristas terão a liberdade de escolher se querem dirigir, quando e onde
Jamie Heywood, gerente-geral regional para o norte da Europa na empresa de transporte, disse: “O Uber é apenas uma parte de uma grande indústria de locação privada. Então esperamos que todos os outros operadores se juntem a nós na melhoria da qualidade do trabalho para esses importantes trabalhadores que são uma parte essencial de nossa vida cotidiana”.
E acrescentou: “Os motoristas sempre nos disseram que queriam a flexibilidade que fornecemos, mas também os benefícios, e temos lutado para encontrar uma maneira de unir esses dois de uma forma que funcione para nós e para os motoristas”.

CRÉDITO,GETTY IMAGES
O Uber apontou em sua declaração anunciando as mudanças que um “trabalhador” é uma classificação única sob a lei trabalhista do Reino Unido. Os trabalhadores não são empregados efetivos, mas têm direito ao salário mínimo, férias e pensão.
A empresa disse que a recente decisão da Suprema Corte do Reino Unido forneceu um caminho mais claro para um modelo que dá aos motoristas os direitos da condição de “trabalhador” enquanto continua a deixá-los atuar profissionalmente de maneira flexível.
Críticas à extensão da mudança do Uber
Na longa batalha judicial, o Uber havia apelado ao tribunal superior britânico depois de perder em três instâncias inferiores. A Corte determinou em fevereiro de 2021 que o Uber teria que tratar os motoristas como “trabalhadores” (workers) do momento em que se conectam ao aplicativo até o momento em que desconectam.
Essa foi uma das questões-chave, porque os motoristas do Uber geralmente passam parte do tempo esperando que passageiros solicitem viagem pelo aplicativo, e esse período não é remunerado.
Antes, a empresa havia dito que se os motoristas passassem a ser considerados “trabalhadores”, então isso só deveria valer enquanto houvesse passageiros no veículo.
James Farrar e Yaseen Aslam, os dois ex-motoristas que começaram a batalha legal contra o Uber em 2016, receberam com entusiasmo a decisão da empresa, mas alertaram sobre um possível problema.
Ambos consideraram que a decisão do Supremo Tribunal significava que os motoristas deveriam ter o status de “trabalhador” desde o momento em que se conectam até o momento em que se desconectam do aplicativo. No entanto, o Uber se compromete apenas com essa condição de “trabalhador” do momento em que a viagem é aceita até que o passageiro chega ao seu destino.
Os motoristas do Uber “ainda sofrerão bastante, entre 40 e 50%. Além disso, não é aceitável que o Uber decida unilateralmente a base de gastos do motorista no cálculo do salário mínimo. Isso deveria ser objeto de acordo coletivo”.
Possíveis impactos na indústria
Especialistas no setor de emprego disseram que as consequências das mudanças do Uber serão sentidas em todo o mercado.
Mary Walker, advogada trabalhista e sócia do escritório de advocacia Gordons, disse: “A mudança para os motoristas do Uber com o pagamento do salário mínimo e férias não pagas fará com que muitas empresas revisem urgentemente suas práticas e os riscos associados.”

CRÉDITO,GETTY IMAGES
Ela acredita que os custos adicionais associados à empresas de aplicativos significam que “algumas empresas simplesmente não conseguirão continuar atuando”. Outras empresas poderão se reestruturar, mas talvez com menos trabalhadores, avaliou Walker.
Líderes sindicais também apontaram que outras empresas que usam plataformas digitais terão de mudar. “Este é o fim da linha para o falso trabalho autônomo”, disse Mick Rix, secretário-geral do sindicato GMB, que tem lutado pelos direitos trabalhistas nas cortes judiciais.
“É uma pena que o GMB tenha vencido quatro batalhas judiciais para fazê-los ver sentido nas reivindicações, mas ao final chegamos lá e, no final das contas, isso é uma grande vitória para nossos membros. Outras empresas da economia gigantesca devem perceber isso”, disse Rix.
Análise de Caroline Davies, repórter da BBC especializada em transporte
Líderes sindicais mal conseguem conter a animação com as mudanças do Uber.
Após anos de batalhas judiciais, eles falam em uma vitória de David contra Golias.
E eles esperam que isso possa criar um efeito dominó.
Outras empresas da chamada “economia compartilhada” devem estar avaliando atentamente o veredicto da Suprema Corte britânica em fevereiro.
O fato é que o Uber escolheu mudanças fundamentais em seu sistema em vez de resistir pode incentivar outras companhias a fazerem o mesmo.
O Uber transformou os mercados pelo mundo, e essa mudança trabalhista pode ter repercussões semelhantes.
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Destaque
Justiça determina perda de mandato do vereador de Manaus Jaildo Oliveira e convocação de suplente do PT
Published
4 dias agoon
18 de julho de 2026
A Justiça do Amazonas determinou, em decisão liminar, a perda do mandato do vereador Jaildo Oliveira (PV) e ordenou que a Câmara Municipal de Manaus (CMM) declare o mandato vago e convoque o suplente. A decisão foi proferida pelo juiz Aldrin Henrique de Castro Rodrigues, da 4ª Vara da Fazenda Pública, em mandado de segurança ajuizado pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT).
Na ação, o PT alegou que Jaildo Oliveira foi condenado em definitivo a ressarcir os cofres públicos por irregularidades no uso da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP) e que a Presidência da Câmara permaneceu sem adotar as providências previstas na Lei Orgânica do Município após ser comunicada sobre o trânsito em julgado da decisão.
O partido também argumentou que a condenação definitiva do vereador afetou seus direitos políticos e, por isso, tornou obrigatória a perda do mandato e a convocação do suplente.
Segundo o partido, a permanência do vereador no cargo impede a convocação do suplente da legenda e compromete a representação partidária na Câmara Municipal. O suplente é o ex-vereador Sassá da Construção Civil (PT).
Ao conceder a liminar, o magistrado entendeu que há elementos suficientes para determinar a imediata regularização da composição da Casa Legislativa. A decisão estabelece que a Presidência da Câmara publique o ato declaratório de vacância, suspenda o exercício do mandato e os pagamentos futuros vinculados ao cargo, convoque o suplente legalmente habilitado e comprove o cumprimento das determinações no processo.
“Enquanto não for formalizada a vacância e convocado o suplente, a situação apontada como ilegal renova-se diariamente, com a participação do parlamentar em sessões, votações, comissões e demais atividades legislativas, além da percepção dos subsídios e da manutenção da composição parlamentar impugnada”, diz trecho da decisão.
O juiz afirmou também que a declaração da vacância tem natureza meramente declaratória e não depende de votação do plenário ou de nova análise sobre a condenação judicial.
O magistrado também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada a 30 dias, em caso de descumprimento da decisão, além de advertir que eventual resistência poderá resultar na apuração de responsabilidades administrativas, civil e penal.
O mérito do mandado de segurança ainda será analisado após as manifestações da Câmara Municipal, do vereador Jaildo Oliveira e do Ministério Público.
O g1 procurou a Câmara Municipal de Manaus para se posicionar sobre a decisão da Justiça do Amazonas, mas não houve retorno até a publicação da reportagem.
Condenação
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Jaildo usou de forma irregular a Ceap entre julho de 2010 e agosto de 2011, durante seu primeiro mandato na casa legislativa. Os gastos incluíam despesas com alimentação, combustíveis, transporte e divulgação, que não foram comprovadamente ligadas à atividade política.
O vereador foi condenado a devolver R$ 101.500,00 aos cofres públicos. Mesmo após o trânsito em julgado, a defesa de Jaildo tentou recorrer novamente, mas o STJ considerou o recurso incabível. A Corte reafirmou a condenação e negou provimento ao pedido do vereador.
Em outubro de 2025, Jaildo usou as redes sociais para afirmar que o MPF estaria errado ao enviar o ofício, uma vez que o processo teria sido aberto em 2010 pelo Ministério Público Estadual (MPE).
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Destaque
Esposa e filhos de jogador argentino são encontrados mortos após terremotos na Venezuela
Published
3 semanas agoon
28 de junho de 2026
Após 74 horas de buscas, a esposa e os dois filhos do jogador de futebol argentino Lucas Trejo foram encontrados mortos na noite deste sábado (27).
Eles estavam desaparecidos desde os terremotos que atingiram a Venezuela na última quarta-feira (24), quando o prédio onde a família morava desabou.
Yanina Maranella e os filhos do casal, Aarón, de 5 anos, e Ainhoa, de 7, estavam no edifício no momento do desabamento. Trejo, de 38 anos, não estava no local e passou os últimos dias acompanhando as buscas na esperança de reencontrá-los com vida.
A morte da família foi confirmada pelo clube venezuelano Deportivo La Guaira, onde o jogador atua.
“Nós, do DLG, nos unimos ao luto que aflige o jogador Lucas Trejo pelo doloroso falecimento de sua esposa, Yanina Maranella, e de seus filhos, Aarón e Ainhoa Trejo. Que suas almas descansem em paz e que Lucas e todos os seus familiares e amigos encontrem consolo.”
Até a publicação desta reportagem, Trejo não havia se pronunciado publicamente. Horas antes da confirmação da morte da esposa e dos filhos, porém, ele publicou nas redes sociais uma foto ao lado da família.
Relembre o caso
O jogador de futebol argentino Lucas Trejo afirmou na última quinta-feira (25) que sua família estava desaparecida após os terremotos devastadores que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24).
Trejo, que atua por um clube venezuelano, fez um apelo nas redes sociais em busca de informações sobre a esposa, Yanina Maranella, e seus dois filhos, Aarón e Ainhoa.
A família estava no complexo residencial Cumanagoto, em Playa Grande, no estado de La Guaira, quando os dois terremotos provocaram o desabamento do edifício onde morava.
- 🔎Praia Grande é um município costeiro da Venezuela que fica a cerca de 12 km ao norte da capital Caracas.
Em uma das publicações, o jogador contou que não sabia que a esposa e os filhos estavam no prédio no momento da tragédia.
“Nosso edifício em Praia Grande caiu, não sei nada da minha família, por favor orem por eles e difundam esta mensagem para alguém que possa tê-los visto. Quero acreditar que não estavam lá. Orem pela minha família, por favor”, afirmou Trejo.
Enquanto acompanhava à distância os trabalhos das equipes de resgate, Trejo continuou mobilizando autoridades, torcedores e seguidores. Na manhã de sábado, poucas horas antes da confirmação da morte da família, ele fez um novo apelo, pedindo o envio de cães farejadores para reforçar as buscas.
Terremotos devastadores na Venezuela
A situação vivida pelo jogador argentino Lucas Trejo é a mesma enfrentada por milhares de venezuelanos atingidos pela sequência de dois terremotos, de magnitudes 7,5 e 7,2, que devastou o país na noite de quarta-feira (24).
Os dois abalos ocorreram com menos de um minuto de diferença e provocaram o desabamento de prédios e casas em Caracas e em outras cidades venezuelanas.
Segundo o governo, pelo menos 20 réplicas foram registradas nas horas seguintes, e os tremores também foram sentidos em cidades do Norte do Brasil.
- ➡️Réplicas são tremores menores que se seguem após um forte terremoto.
O número de mortos chegou a 1.430 neste sábado (27), de acordo com balanço divulgado pelo governo venezuelano às 14h20 (horário de Brasília).
As autoridades também informaram que mais de 3.000 pessoas ficaram feridas e 3.100 estão desabrigadas. Os dados foram apresentados pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, à imprensa estatal.
A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) avaliam, no entanto, que o total de vítimas pode ser ainda maior, devido à intensidade dos tremores, aos danos na infraestrutura e à alta densidade populacional das áreas atingidas.
Mais cedo, a Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência da ONU, estimou que até 6,8 milhões de pessoas podem ter sido afetadas pelos terremotos, incluindo cerca de 2 milhões apenas em Caracas.
Já o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (OCHA) estima que mais de 50 mil pessoas continuem desaparecidas.
Destaque
Prefeitura de Manaus informa locais de atendimentos das Unidades Móveis de Saúde da Mulher
Published
3 semanas agoon
27 de junho de 2026
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), informa os locais de funcionamento das Unidades Móveis de Saúde da Mulher esta semana.
Na zona Norte de Manaus, a estação móvel de saúde segue atendendo na rua Carlos Alberto, no bairro Cidade de Deus.
Na zona Leste da capital, a unidade permanece na rua Mafra, s/nº, Colônia Antônio Aleixo, (em frente ao 28° DIP, até o dia 3 de julho).
As moradoras da zona Sul podem buscar os atendimentos de saúde na rua Náutico, s/nº, na praça do Jardim Petrópolis.
Já na zona Oeste, as moradoras podem ir até a rua Imbu, nº 15, Riacho Fundo, comunidade Ismail Aziz, onde a unidade itinerante está posicionada.
A outra unidade, que estava reforçando a oferta de serviços na zona Oeste de Manaus, precisará passar por manutenção técnica esta semana e retomará com oferta dos atendimentos no dia 3 de julho.
Gerenciadas Semsa, as unidades móveis oferecem serviços de saúde exclusivos ao segmento feminino com foco na prevenção e rastreio do câncer do colo do útero e câncer de mama.
As estações de saúde funcionam no horário das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira, com uma carteira de serviços que inclui consultas médicas e de enfermagem, atendimento pré-natal, planejamento familiar, mamografia, ultrassonografia, coleta e exame preventivo do câncer do colo do útero, realização de testes rápidos para detecção de gravidez e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), dispensação de medicamentos e outros serviços.
Para ter acesso aos atendimentos, as usuárias podem comparecer em qualquer das unidades e apresentar o documento oficial de identidade e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
Zona Norte
Rua Carlos Alberto, 61-49 – Cidade de Deus
22/6 a 3/7
Zona Leste
Rua Mafra, s/nº, Colônia Antônio Aleixo (em frente ao 28° DIP – Distrito Integrado de Polícia)
15/6 a 3/7
Zona Oeste
Rua Imbu, nº 15 – Riacho Fundo, comunidade Ismail Aziz
22/6 a 3/7
29/6 a 3/07 -Unidade com atividades suspensa para manutenção técnica
Zona Sul
Rua Náutico, s/nº, praça do Jardim Petrópolis
15/6 a 3/7


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Prefeito Renato Junior assina ordem de serviço do programa ‘Casa Manauara’ e beneficia famílias em vulnerabilidade social

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