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Mundo Gospel

Travesti Talita Oliveira é denunciada a Justiça da Europa por André Valadão

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André Valadão e Talita Oliveira (Reprodução)

 

O pastor e cantor gospel André Valadão, denunciou a travesti Talita Oliveira, no Ministério Público na Europa e na Europol, agência que apura crimes no âmbito da internet.

Talita publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que já ficou com o religioso por duas vezes, e que ele foi passivo.

“Estamos determinados a buscar uma reparação justa e necessária perante essas vergonhosas e infames alegações”, disse a advogada Vanessa Souza, que representa Valadão.

“Não descansaremos até que a verdade prevaleça e essa pessoa enfrente as consequências adequadas por seus atos”,completou.

Segundo a advogada, a iniciativa de recorrer à Justiça europeia é para evitar a percepção equivocada, por parte dos cidadãos brasileiros residentes no exterior, de que estejam imunes às consequências legais em razão de sua localização geográfica.

“É importante ressaltar que a conduta atribuída a Talita Oliveira pode configurar um crime de injúria e difamação e ela responderá por seus crimes. Nenhuma punição será evitada para essa pessoa que tem a audácia de se esconder atrás de fronteiras internacionais, achando que pode agir impunemente”, concluiu.

 

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Destaque

Quem são os ‘novos católicos’ e por que eles estão voltando à Igreja

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Daniela Grelin em igreja do Pateo do Colégio, no centro de São Paulo; ela se converteu ao catolicismo já adulta - Folhapress
SÃO PAULO

O que vai, volta. Pouco antes de embarcar para o conclave que definiu Leão 14 como novo papa, o arcebispo de Manaus, dom Leonardo Steiner, contou à Folha que, pelas suas bandas amazônicas, tem visto muita gente retornando às origens católicas.

“Aqui em Manaus, na Páscoa, foram batizados vários adultos. Temos recebido pessoas voltando para a Igreja depois de um tempo ausente.”

Não é uma impressão só dele. Em vários cantos do mundo, clérigos relatam uma expansão na base de devotos adultos. Tomemos a França, país de alta voltagem laica, como exemplo.

Segundo a Conferência Episcopal Francesa, o número de adultos batizados foi de 5.423 em 2023 para 7.135 em 2025 até agora, um salto de 31,5%.

O batismo de adolescentes impressiona ainda mais: 2025 já acumula 7.404 jovens de 12 a 18 anos que foram atrás desse primeiro sacramento católico, 2,5 vezes mais do que a adesão vista dois anos antes nessa faixa etária.

Sabe aquele papo de que os católicos estão perdendo espaço no Brasil? Ele continua de pé. Ainda não há dados sobre religião do Censo 2022 para mensurar o fenômeno, mas tudo indica que a sangria de fiéis continua. O levantamento populacional feito pelo IBGE em 1960 registrou 93% adeptos do catolicismo, enquanto eram 64% segundo a estatística oficial mais recente, de 2010.

Ainda não se sabe de quanto, mas é de se esperar um novo tombo na representatividade católica, quando enfim saírem os números mais atualizados do Censo. Por que falar, então, numa onda de filiações tardias a essa aba do cristianismo?

“A gente não tem dados confiáveis que mostrem um crescimento claro desse tipo de conversão, sobretudo entre adultos que escolhem a fé católica mais tarde, por vontade própria, e não por tradição familiar ou batismo infantil”, afirma o antropólogo Rodrigo Toniol, da UFRJ.

“Mas dá pra notar, sim, um movimento curioso. Em alguns círculos urbanos, mais escolarizados, tem gente se reaproximando do catolicismo. Não daquele jeito automático, de rotina, mas buscando formas mais intensas, mais pensadas da religião. Liturgias mais elaboradas, leitura de autores católicos, uma religiosidade que envolve disciplina, ritos.”

A popularidade do papa Francisco e a atenção dada à sua sucessão, ou mesmo de fenômenos virtuais como frei Gilson, ajudam a renovar o fôlego católico.

Coordenador do Núcleo de Fé e Cultura da PUC-SP, Francisco Borba Ribeiro Neto aponta que há também o convertido “de dentro”, que a estatística dá de barato que já estava lá.

É o que poderíamos chamar de “católico de IBGE”, “que não praticavam sua religião e passaram a fazê-lo”. O pessoal que, se pisava na igreja uma vez por ano, era muito, mas foi batizado bebê, talvez até tenha feito primeira comunhão na escola, mas só agora busca a fé para valer.

Alguns vieram de outras religiões, ou nenhuma. E tem os que são católico de berço, experimentaram outras crenças ao longo da vida e agora entendem que elas não lhes bastam. A Igreja Católica entra como “velha de guerra”, que está aí há mais de dois milênios —bem menos fluida do que religiosidades mais recentes, sem o poder central de um Vaticano para oferecer estabilidade diante do que é encarado como modismo teológico.

Esse interesse por um relacionamento sério com a Igreja “aparece como uma resposta à bagunça do presente: um mundo acelerado, instável, sem muitas certezas”, diz Toniol. “Tem também quem veja nisso um contraponto à multiplicação de ofertas religiosas que, por vezes, parecem rasas ou muito ligadas ao mercado. O catolicismo, nesse caso, reaparece como um espaço de sentido, com memória, com espessura simbólica.”

A administradora de empresas Daniela Grelin, 55, leitora da Bíblia desde os 11 anos, conta que cresceu numa casa muito cristã, filha de mãe católica e pai adventista. A crença paterna acabou prevalecendo na criação.

A rotação religiosa acelerou na pandemia, quando ela lidou com problemas de saúde dos pais, “e “situações muito turbulentas demandaram de mim um embasamento espiritual vivo, uma experiência de intimidade com Deus”.

Daniela descobriu no período a oração centrante, método silencioso herdado de monges. Sentiu que era disso que precisava.

O mergulho no catolicismo lhe revelou outra forma de viver sua fé, diz. Ali encontrou “uma tradição incrível, sólida, que lê a Bíblia como livro inteiro, e não pinça versículos dela, como se tornou o costume no meio evangélico para defender um ou outro ponto de vista”.

Outro ponto forte que viu no catolicismo: achou tudo bonito demais. Os cantos, o escrito dos santos (que não são venerados por evangélicos), a arquitetura. “A experiência estética mesmo.”

O teólogo Eduardo Faria, 43, foi pastor presbiteriano por uma década. Mas não conseguia deixar de lado o “incômodo crescente com a falta de unidade doutrinal entre os protestantes acerca de assuntos centrais da fé”, como o batismo —algumas igrejas, como a sua, permitiam batizar crianças, por exemplo, enquanto muitas outras não

“Ora, se todos afirmavam crer somente na Bíblia e que o Espírito Santo os iluminava na leitura, como eles poderiam chegar a conclusões tão divergentes?”

Atraiu-se “pela unidade que há no catolicismo”. Reconhece movimentos internos distintos, claro, mas tudo “sob o pastoreio de um só papa, um só batismo, uma só eucaristia”.

A retomada católica não deixa de ser uma resposta a “uma modernidade líquida, que parecia emancipadora no passado, quando as pessoas viviam presas a normas sociais”, diz o sociólogo Borba. No furdunço contemporâneo, quando “tudo parece ter se liquefeito, as pessoas procuram por algo sólido que lhes dê a segurança para embasar suas vidas”, afirma.

A universitária Marcela Sousa, 23, perdeu a mãe para o câncer no final de 2024. No mesmo mês, terminou um namoro e foi dispensada do estágio.

Até o ano passado, ela brinca, sua única religião “era o carboidrato”. Entrar para um grupo de WhatsApp com jovens católicos, convidada por uma colega da faculdade, lhe renovou “a fé na vida”, diz.

“Eu fui no terreiro, no culto, fui em tudo. Até hare krishna eu ensaiei ser. Mas entrei numa igreja [católica] um dia e me senti muito bem. Não compactuo com muitas coisas da Igreja. Mas eles estão no ‘business’ faz tempo, tem que respeitar.”

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Priscilla Alcântara e Sarah Beatriz protagonizam ‘climão’ no ‘Altas Horas’

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O programa ‘Altas Horas’ desse sábado (11), foi especial em homenagem ao ‘Dia das Mães’. O apresentador Serginho Groisman promoveu um encontro entre famosos com suas genitoras, dentre os convidados estavam a apresentadora Fátima Bernardes, o funkeiro e ex-BBB MC Binn e as cantoras Priscilla Alcântara e Sarah Beatriz. 

Um momento em específico, no entanto, acabou repercutindo na web. Isso aconteceu depois que o apresentador veterano quis saber a reação de Paula Alcântara, mãe de Priscilla, com a saída da cantora do segmento gospel para a música pop. Sem pensar duas vezes, a mulher rasgou elogios e enalteceu à filha:

“Eu sei a filha que eu tenho! Ela sempre fez o que ela quis, e sempre com muita personalidade, com muita competência. Então, eu tinha certeza de que iria dar certo, porque essa nova fase dela não excluiu o que ela era antes, o cristianismo como muita gente diz ai”, começou defendendo a mãe da cantora Priscilla.

“Priscilla continua sendo Priscilla, só que trabalhando de uma forma diferente agora (…) a gente sempre apoiou ela, porque eu sei a filha que eu tenho então ela tem meu apoio”, finalizou dizendo Paula. Foi exatamente nesse momento que uma polêmica se instaurou no palco do programa comandado por Serginho Groisman.

Após a sua fala de defesa, a mãe de Priscilla Alcântara foi ovacionada pela plateia que continham famosos e anônimos no programa da Globo. Acontece que as únicas pessoas que não aplaudiram foram a cantora Sarah Beatriz e a sua mãe Monica, que estavam sentadas justamente atrás das duas. O momento foi muito repercutido por internautas. 

“As duas crentes atrás da Priscilla e da mãe sem bater palma, não sei por que vão para o programa para ficar de cara fechada”, escreveu um internauta. “Achei que só eu tinha notado. Foi o programa todo assim”, destacou outro. “Sendo a Sarah Beatriz barbariza bem mais do que a Priscila Alcântara. Hipócrita demais”, detonou ainda um terceiro.

O post Priscilla Alcântara e Sarah Beatriz protagonizam ‘climão’ no ‘Altas Horas’apareceu primeiro em EM OFF.

 

 

 

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Exclusivo: Entenda a crise na família do apóstolo Renê Terra Nova

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O apóstolo Renê Terra Nova, líder do Ministério Internacional Restauração (MIR), já não consegue esconder a crise familiar que vive em sua casa, especialmente com sua filha Agnes Terra Nova e o genro, Victor Martutchelli.

No ano passado, o casal fundou sua própria igreja em Manaus, a Comunidade Cristã A Base, a partir de um grupo de jovens que o casal liderava na igreja do Renê, chamado A Fonte, um tipo de super célula.

Eles decidiram que poderiam expandir a visão e fazer de A Fonte, algo maior, e à revelia de Renê, fundaram a própria igreja.

Isso causou uma enorme crise interna e tentou-se abafar de todo jeito, mas as pessoas, ao menos em Manaus, viam o que estava acontecendo.

A Comunidade Cristã A Base começou a ganhar músculos e à medida que crescia, gerava desconforto no apóstolo, que não conseguia explicar aos seus liderados como deixou que a própria filha causasse uma divisão em seu ministério.

Depois de muita conversa e articulação na família, Agnes e Victor se retiraram para os EUA, de onde continuaram dando suporte à sua igreja em Manaus, mas de longe.

Recentemente o casal voltou para o Brasil e foi recebido no aeroporto pelos membros de sua igreja em grande festa, mas ninguém da família compareceu.

Essa semana Agnes fez aniversário, mas o apóstolo não publicou nada em suas redes sociais e há quem diga que não há diálogo com o genro e a filha.

Vindo da Assembleia de Deus, Victor Martutchelli nunca engoliu algumas coisas do MIR, o que teria motivado-o a romper com o sogro, e seu rápido crescimento segue incomodando Terra Nova.

Em breve contaremos mais um episódio desta novela que está longe de terminar.

Victor e Agnes – @Reprodução

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